sexta-feira, 28 de novembro de 2008

G7 No corredor da morte. G20 com países emergentes na encubadora!


Quando se fala em nova Bretton Woods é mais para lembrar um processo de formação de consenso dos países mais importantes, que ficou marcado na História. Mas os dois momentos não guardam muita relação, e as decisões a serem tomadas também não.
O principal avanço foi enterrar de vez a legitimidade do G-7. Ele voltará a se reunir, mas não terá, como antes, a idéia dos comandantes do mundo tomando as decisões que afetarão a todos. O G-20, por sua vez, é uma contradição ambulante. Gente demais para tomar decisão, interesses conflitantes e alguns países meio fora da ordem. Uma crítica que o grupo enfrentou logo de cara foi deixar a Espanha de fora e incluir a Argentina. A primeira, com um sistema financeiro moderno e sofisticado; a segunda vivendo um intervalo entre duas moratórias, porque ninguém duvida que é isso que o casal Kirchner acabará colhendo com suas medidas destemperadas, como a estatização da previdência privada para cobrir o rombo do governo. Mas o fato de que os países ricos reconheçam que sem Índia, China, Brasil, Coréia, Austrália e outros países médios importantes é impossível ter uma conversa séria sobre reorganização financeira mundial é um avanço. Também é um avanço que se reconheça que um FMI, em que Holanda e Bélgica têm mais poder que o Brasil, não faz sentido algum.
Em alguns dos pontos de acordo da reunião, há que se duvidar da sinceridade. Os chefes de Estado concordaram em não tomar medidas protecionistas por 12 meses. Bush só podia se comprometer por dois. Os outros dez ficarão por conta de Obama, que durante a campanha defendeu algumas propostas protecionistas, na linha do "Made in America". O Brasil já está querendo proteção contra uma invasão chinesa. A Europa mantém suas velhas barreiras protecionistas. Bush, que se definiu como uma "pessoa do livre comércio", é o mesmo em cujo governo foram mantidas as sobretaxas ao etanol brasileiro e aprovadas leis agrícolas que elevaram, em vez de diminuir, os subsídios agrícolas. Uma das lições de 1929 foi que o protecionismo agravou a recessão. Então, os chefes de Estado dos maiores países do mundo estão dizendo que, teoricamente, sabem que isso pode agravar a situação, mas não há qualquer garantia de que isso seja seguido, mesmo pelos países que continuarão tendo o mesmo chefe de Estado nos próximos 12 meses.
Outro dilema a ser enfrentado pelos países, independente do que decidam os EUA na Era Obama, é que se o controle sobre os bancos e as operações bancárias forem fortes demais, isso pode restringir o crédito e impedir a recuperação; mas se forem lenientes, como nos últimos tempos, estarão dizendo ao mundo que as autoridades monetárias dos países não são capazes de controlar seus mercados. Há inúmeros casos de absurdos revelados na esteira da atual crise.
mercado devido a problemas pessoais não acompanhei o mercado hoje !
até segunda

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Motivos para comprar ações da petrobras


Não é todo dia que faço uma consultoria de graça então aproveitem. mesmo porque a ideia do blog e passar um panorama traduzir os acontecimentos opinar sobre o cenario de forma generalista e não especificamente uma analise a fundo de ações de uma empresa .
mas como varias pessoas me pergutam e hora de comprar bolsa em especifico ações da petrobras
então lá vai:
Inicialmente, o mundo continuará consumindo petróleo em ritmo crescente. Para se ter uma idéia, os que apesar da potencial redução de demanda trazida pela crise, ainda não existem energias substitutas viáveis economicamente e com produção em larga escala mundial. Seguindo no lado da demanda, destacam que os emergentes ainda apresentam consumo per capita baixo. Para argumentar, dados economicos citam que o consumo por pessoa na China é de apenas 2,2 barris por pessoa no ano, na Índia a estatística atual é de 0,9 barris pessoa/ano e no Brasil esta margem chega a 4,2 barris. A média dos países desenvolvidos é de, pelo menos, 10 barris de petróleo por pessoa em um ano.

Se a demanda promete avanço, o lado da oferta preocupa. Mesmo com as recentes descobertas da Petrobras, a dificuldade de se encontrar novos campos com exploração viável é grande. "Se o mundo mantivesse estável o consumo de petróleo, seriam necessárias descobertas de reservas equivalentes a 10% da produção mundial anual para que o ritmo de oferta fosse suficiente para suprir as necessidades",
a maior parte da produção mundial está concentrada nas mãos de pequenos consumidores. As nações que mais dependem da produção de petróleo não possuem reservas suficientes para suas próprias necessidades de consumo. Mesmo com a instabilidade recente, portanto, o preço do barril continuará pressionado pela dinâmica entre escassez de oferta e aumento do consumo.O exemplo da Petrobras com o desenvolvimento das novas descobertas adiciona a premissa de que a ampliação das reservas é tarefa cada vez mais cara e complexa. A necessidade de se buscar novas jazidas tem acompanhado descobertas em águas ultraprofundas e rochas de difícil perfuração; custos de exploração mais elevados.Diante destes cinco argumentos, faço uma afirmação enfática: "A Petrobras cresce e se destaca entre as empresas de petróleo no mundo".
MERCADOS
FERIADO DO DIA DE AÇÕES DE GRAÇA NOS EUA !
então como foi feriado lá, você nada mais nada menos tira a matriz das bolsas .
mercado aqui abriu sem seus pricinpais players e cenario da economia real sem nenhuma novidade na qual podemos deduzir como um drive a ponto de direcionar os mercados no dia então ate amanha!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A males que vem para o bem.


O agravamento da crise econômica norte-americana, que vai se alastrando pelo mundo a cada dia, esfriou o debate sobre a exploração do petróleo localizado na camada do pré-sal. Antes de a crise ficar aguda, o governo só falava em como maximizar a receita futura do pré-sal. Não estava errado. Só que vieram as turbulências no mercado financeiro e transformaram em pó o crédito internacional. E sem financiamento disponível fica impossível acelerar a exploração do petróleo na costa brasileira.
Em outras palavras, o presidente Lula, que apostava no ouro negro do pré-sal para pisar no acelerador nos dois últimos anos de seu mandato, terá de se contentar, pelo visto, mais em definir as regras da exploração do petróleo do que lucrar com o negócio. Não bastasse a falta de crédito, a recessão mundial já derrubou o preço do petróleo e vai representar menos demanda pelo combustível. Mais motivos para alongar os prazos dos projetos de extração do óleo do pré-sal.
Bem, mas há um lado bom dessa crise sobre as relevantes descobertas de petróleo no Brasil. Como diz um integrante do governo, o debate agora tende a ser mais racional e mais centrado. Antes da crise, todo mundo já estava querendo gastar por conta. O Ministério da Cultura queria um naco da receita do pré-sal. O da Educação também. A turma da infra-estrutura, da saúde. E tudo isso num planejamento preliminar que indicava um início de produção em escala comercial depois de 2014, 2015. Ou seja, tinha muita gente sonhando com uma grana que iria jorrar nos cofres públicos só lá no final do mandato do sucessor do presidente Lula. Agora, esse cenário terá de ser redesenhado, postergado em no mínimo dois anos, prazo que minha visão mais realista calcula necessário para a economia mundial se recuperar de fato.
MERCADOS
Nas bolsas a idéia de que o pior já passou vem ganhando forma bolsas do mundo começam a pelo menos para de cair , mais é claro que essa semana foi mais uma jornada de pacotes econômicos bilhonarios ou seja mais uma derramada de dinheiro para um sistema financeiro a beira da falência .E é justamente ai que o perigo mora. dinheiro para mercado financeiro é como se fosse oxigênio sem ele o mercado morre.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Bolsa continua a caminho da depressão. investidor já se encontra lá !



A correção de rumo do governo americano não foi bem recebida e não era talvez necessária.Desde o primeiro momento, o programa de Henry Paulson que no meu entendimento parece muito complexo . É que a idéia de comprar ativos podres causava um serio problema de como ele iria executar. Como dar o preço para um papel que o próprio mercado achava que não valia nada?
Foi, por isso, que ele se inspirou no plano inglês de comprar ações dos bancos. Todo mundo sabia também que a farta distribuição de cheques aos grandes bancos iria provocar uma fila e que os segundos da fila seriam os fabricantes de carros.
O problema é que quem precisa de socorro mesmo são os milhões que estão perdendo casa e emprego. A previsão é de que 500 mil americanos percam o emprego até a posse de Barack Obama.
Ao todo, 1,2 milhões já perderam o emprego este ano e junto eles também ficaram sem cobertura de saúde, em um país que não tem um sistema universal de saúde. Para 750 mil, o prazo do seguro-desemprego está acabando. Quase quatro milhões estão enfrentando processos de despejos por dificuldade de pagar as prestações da casa.
É pesadíssima a herança a ser recebida pelo presidente eleito Barack Obama. O país já está com déficit de 4% do PIB e há cálculos de que ele pode chegar a 10% do PIB, com as medidas de socorro aos bancos.
O país mais rico do mundo gastou trilhões com duas guerras e agora está sem dinheiro para acudir as baixas da crise econômica.
Alemanha está em recessão, atravessando a pior crise das últimas duas décadas. Há pouco tempo saíram os dados do PIB do terceiro trimestre e teve uma retração muito maior do que os economistas esperavam. Eles esperavam uma algo como 0,2% de retração e saiu um 0,5% de retração no trimestre. Isso é a maior queda em 12 anos. Já se anunciou as demissões. A Siemens vai demitir 16 mil pessoas.


MERCADOS



Nesse ano nunca ouvimos tanto a palavra depressão no mercado financeiro recessão é coisa do passado a moda agora e a depressão, tão temida pelo mundo.
De fato podemos dizer que não estamos tão deprimidos quanto 1929, mas que podemos receita remédios contra tal podemos, mesmo que seja em pequena quantidade.
Como todas doenças emotivas podemos classificar em escala,sendo assim podemos dizer que nas bolsas estamos na escala 1 partindo para 2
Agora infelizmente e ter paciência porque o mundo está completamente vulnerável a possiveis desdobramentos da crise e soluções para a mesma .os mercados segue sem preço sem rumo e sem fundamento recomendar compra e muito complicado para quem esta fora mais vender também é extremamente precipitado! Nesse caso paciência e canja de galinha se não ajudar com certeza não irá fazer mal a ninguém.

Se a novela irá continuar não sei, mas que foi a pior novela que essa geração assistiu, isso com certeza já podemos afirmar

Bolsas a caminho da depressão? Mas com certeza o investidor ja está!



A correção de rumo do governo americano não foi bem recebida e não era talvez necessária.Desde o primeiro momento, o programa de Henry Paulson que no meu entendimento parece muito complexo . É que a idéia de comprar ativos podres causava um serio problema de como ele iria executar. Como dar o preço para um papel que o próprio mercado achava que não valia nada?
Foi, por isso, que ele se inspirou no plano inglês de comprar ações dos bancos. Todo mundo sabia também que a farta distribuição de cheques aos grandes bancos iria provocar uma fila e que os segundos da fila seriam os fabricantes de carros.
O problema é que quem precisa de socorro mesmo são os milhões que estão perdendo casa e emprego. A previsão é de que 500 mil americanos percam o emprego até a posse de Barack Obama.
Ao todo, 1,2 milhões já perderam o emprego este ano e junto eles também ficaram sem cobertura de saúde, em um país que não tem um sistema universal de saúde. Para 750 mil, o prazo do seguro-desemprego está acabando. Quase quatro milhões estão enfrentando processos de despejos por dificuldade de pagar as prestações da casa.
É pesadíssima a herança a ser recebida pelo presidente eleito Barack Obama. O país já está com déficit de 4% do PIB e há cálculos de que ele pode chegar a 10% do PIB, com as medidas de socorro aos bancos.
O país mais rico do mundo gastou trilhões com duas guerras e agora está sem dinheiro para acudir as baixas da crise econômica.
Alemanha está em recessão, atravessando a pior crise das últimas duas décadas. Há pouco tempo saíram os dados do PIB do terceiro trimestre e teve uma retração muito maior do que os economistas esperavam. Eles esperavam uma algo como 0,2% de retração e saiu um 0,5% de retração no trimestre. Isso é a maior queda em 12 anos. Já se anunciou as demissões. A Siemens vai demitir 16 mil pessoas.



MERCADOS


Nesse ano nunca ouvimos tanto a palavra depressão no mercado financeiro recessão é coisa do passado a moda agora e a depressão, tão temida pelo mundo.
De fato podemos dizer que não estamos tão deprimidos quanto 1929, mas que podemos receita remédios contra tal podemos, mesmo que seja em pequena quantidade.
Como todas doenças emotivas podemos classifica em escala,sendo assim podemos dizer que nas bolsas estamos na escala 1 partindo para 2
Agora infelizmente e ter paciência porque o mundo está completamente vulnerável as os desdobramentos da crise e soluções pata a mesma .os mercados segue sem preço sem rumo e sem fundamento recomendar compra e muito complicado para quem esta fora mais vender também é extremamente precipitado! Nesse caso paciência e canja de galinha se não ajudar com certeza não irá fazer mal a ninguém.
Nesse ano nunca ouvimos tanto a palavra depressão no mercado financeiro recessão é coisa do passado a moda agora e a depressão, tão temida pelo mundo.
De fato podemos dizer que não estamos tão deprimidos quanto 1929, mas que podemos receita remédios contra tal podemos, mesmo que seja em pequena quantidade.
Como todas doenças emotivas podemos classifica em escala,sendo assim podemos dizer que nas bolsas estamos na escala 1 partindo para 2
Agora infelizmente e ter paciência porque o mundo está completamente vulnerável as os desdobramentos da crise e soluções pata a mesma .os mercados segue sem preço sem rumo e sem fundamento recomendar compra e muito complicado para quem esta fora mais vender também é extremamente precipitado! Nesse caso paciência e canja de galinha se não ajudar com certeza não irá fazer mal a ninguém.

Se a novela irá continuar não sei, mas que foi a pior novela que essa geração assistiu isso com certeza já podemos afirmar

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Apertem os cintos que o piloto sumiu.


Não está sendo fácil para os analistas de investimento encontrar explicações razoáveis para o que anda acontecendo nos mercados de ações, em especial na bolsa brasileira. Essa alta volatilidade sem dúvida vai afugentando investidores que foram atraídos para a bolsa pela expectativa de aumento significativo de seu patrimônio financeiro, mesmo que dentro de uma perspectiva de longo prazo. Mas se o mercado passa a se comportar sem lógica aparente, tais investidores, não profissionais de bolsa, acabam preferindo vender logo tudo, mesmo que isso signifique assumir perdas enormes. A tendência de baixa não é invertida por causa dessa permanente pressão de venda de ações.
Os antigos parâmetros para se avaliar o preço de uma ação podem ser jogados no lixo. Nesse momento de non sense, a única coisa palpável é quanto cada companhia distribui de lucros, sob a forma de dividendos ou juros sob o capital próprio. Pois o tamanho do lucro em si não importa mais, como ficou demonstrado depois que a Petrobras divulgou o maior lucro trimestral (e acumulado em nove meses) de sua história.

Para o Brasil, o momento é de oportunidades, de estar entre os maiores do mundo; mas de riscos também. Chegar numa reunião dessas e dar a declaração de que "os países ricos devem resolver seus problemas financeiros" é uma forma de negar, na prática, o discurso de que é preciso dividir o poder mundial. O Brasil precisa abandonar o velho discurso Norte-Sul e atualizar sua atitude em reuniões internacionais.
Outro risco é o da tradução literal do que é feito lá. O Brasil não está em recessão, não precisa de medidas emergenciais anti-recessão. Lá, a indústria automobilística despencou e há divergências sobre a ajuda às montadoras; aqui, elas tiveram um mês de queda nas vendas, que estavam superaquecidas. Lá, a inflação está caindo, os juros já estão negativos em alguns casos e eles estão ficando sem o instrumento de política monetária. Aqui, a inflação está perto do teto da meta, há pressões inflacionárias. Os pacientes estão com sintomas diferentes e devem ter remédios diferentes.

MERCADOS
Exatamente igual ao dia de ontem venda, venda, mais venda igual a VENDAS resultado queda.
Difícil falar Petrobras a 18 reais com inúmeras quantidades de reservas que podem chegar a 150 bi de barris e se configurar entre os 4 maiores produtores de petróleo do mundo , recessão vai vir mais será que ela vai durar até a eternidade ?
O mais engraçado e que um futuro talvez nem tão distante muitos vão comprar por 100 reais achando que vai estar uma pechincha porque vai para 200 reais. Mas continuo preferindo comprar a 18 reais

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

TEM GENTE IMPLORANDO SOCORRO DE TAL FORMA... que é até dificil de imaginar.


Não existe isso de decoupling!!! enterrando de vez uma idéia estranha que já foi moda entre os economistas do mercado: a de que uma parte do mundo cresceria sustentando a economia. A GM coitadinha essa literalmente fundiu o motor.
E busca freneticamente uma ajuda salvadora do governo.
A Peugeot-Citroen demitiu mil funcionários na China, por queda de vendas (detalhe) a china é o país que mais cresce no mundo.
A DHL, com as demissões que acaba de fazer, conseguiu emagrecer seu quadro de funcionários de 18.000 empregados, que tinha meses atrás, para 4.000 agora, e o Deutsche, dono da empresa, desistiu de concorrer com o Fedex e o UBS.
Que a GM ia mal das rodas, já se sabia há muito tempo. De 2004 para cá, a maior fabricante de automóveis do mundo acumulou um prejuízo de US$ 70 bilhões. E ele só tem sido atenuado pelo bom desempenho das operações em países como China e Brasil. Ou seja, o caso das montadoras americanas não é provocado pela crise em si. A GM estava no vermelho nos anos gordos.
A crise, claro, piorou tudo. No dia 1.º de julho, a montadora anunciou que teve queda nas vendas no mercado americano de 18% em junho, sobre o mesmo mês do ano passado. A ação naquele dia até subiu, porque se esperava uma queda maior. No mesmo dia, a Ford anunciou queda de 28% e a Toyota vendeu menos 21%. No dia seguinte, 2 de julho, a Merrill Lynch advertiu que uma moratória da GM "não era impossível" e que a montadora precisaria de US$ 15 bilhões para enfrentar bem as dificuldades financeiras, quase o dobro do inicialmente esperado. Neste dia, as ações da GM caíram ao menor valor desde setembro de 1954, a US$ 9,98. Na última segunda-feira, a ação estava sendo negociada a pouco mais de US$ 3, e a aposta agora é que pode chegar a US$ 0,00 É MOLE? . A empresa, que chegou a valer US$ 100 bilhões nos anos 90, passou a ser avaliada em US$ 5,65 bi neste ano com alvo em 000.0000,00. E realmente indo na tal direção caindo como uma faca.
A situação é tão grave que, na primeira visita ao presidente em exercício, o presidente eleito Barack Obama pediu que o governo Bush ajudasse as montadoras. Isso será feito via Congresso, como disse a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, através do pacote de resgate financeiro. Obama quer que a ajuda seja condicionada a um esforço das empresas para se ajustar a um mundo que consome menos combustível fóssil, e que usa outros combustíveis. Se não bater pé nisso, estará perdendo a primeira batalha e se entregando ao primeiro dos, como ele dizia na campanha, detestáveis lobbies de Washington.
Por aqui, as empresas estão sentindo apenas a primeira onda de queda de vendas. O país vinha crescendo muito quando começou o pior da crise. O crescimento neste ano não será os 24% previstos pela Anfavea, mas será significativo.
Há boas notícias no mercado brasileiro. Os setores têm pequenas reduções de venda, perto do que se vê em outros países. O Brasil está muito melhor do que outros países, mas se quiser crescer a qualquer custo, viverá uma crise pior mais adiante; como aconteceu no segundo choque do petróleo. Desaba uma tempestade, hora de trocar os pneus e redobrar o cuidado! segura Brasil!!!!!
MERCADOS
Vencimento de opção e assim mesmo um dia praticamente de praxe para a bolsa abrimos, mais nada cai nada sobe ficamos naquela... alias a bolsa no geral ultimamente só apresenta mais do mesmo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A cada dia que passa...


Quando a Bolsa voltará a subir? Ninguém é capaz de dizer. Alguns economistas afirmam que a situação estará normalizada até o segundo semestre do ano que vem. Historicamente, as crises financeiras provocam grandes perdas no curto prazo, mas elas se diluem no longo prazo. Estive pesquisando e encontrei Um levantamento da Ibbotson, empresa americana de informações financeiras, revela que alguém que tivesse investido um dólar em ações nos Estados Unidos em 1926 teria US$ 2.634,41 em 30 de setembro de 2008. Isso mesmo depois da crise de 1929, da Segunda Guerra Mundial e de outros momentos de instabilidade.Os ganhos no longo prazo na Bolsa podem ser vistos como tendência universal.
A falta de critérios na concessão de empréstimos imobiliários nos Estados Unidos passou a ser a regra do mercado nos últimos anos por várias razões. Uma delas, talvez a mais evidente, foi a ganância. Sobrava dinheiro no mercado, os analistas cobravam ganhos cada vez mais altos dos bancos e os executivos dependiam da alta do lucro e das ações para receber seus bônus. Muitos analistas dizem também que a concessão de empréstimos para quem não tinha condições financeiras de obtê-los não poderia ter ocorrido sem a estreita colaboração dos funcionários da linha de frente, que faziam o corpo a corpo com a clientela. De outra forma, não seria possível imigrantes ilegais conseguirem crédito sem a devida documentação. Diz-se que alguns brasileiros que viviam nos EUA de forma ilegal teriam conseguido obter empréstimos de até US$ 50 mil em dinheiro com lastro em seus financiamentos imobiliários. Eles teriam voltado ao Brasil com o dinheiro no bolso e abandonado os imóveis que haviam financiado lá.
Faz sentido comparar esta crise com a de 1929? Medida pelas suas conseqüências até o momento, a crise hipotecária não faz sombra aos eventos da década de 30. Por exemplo:
Até agora 19 bancos quebraram
A Grande Depressão quebrou 1.800 bancos nos Estados Unidos, derrubou em 20% o PIB das sete maiores economias do mundo, provocou desemprego de até 33% nos EUA e na Alemanha e fez o comércio mundial encolher em dois terços. A crise de 29 foi uma tragédia social e econômica sem paralelo.


Mercados:
Infelizmente se a volatividade continuar e difícil ter uma visão de recuperação.
Mercado fechou em alta tudo bem!
Mais imagina um jogo de futebol onde seu time apanha o jogo inteiro é atacado todo momento,e nos 47 do segundo tempo acontece um pênalti e seu time sai vitorioso por 1x0
Beleza a partida foi positiva mas no outro jogo você apostaria alguma coisa no seu time?
E assim que segue o mercado sem confiança ,sem volume e sem alegria.
Acredito em um repique Lá para casa dos 38.000 40.000 e se chegar lá ai veremos para que lado vai.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

MERCADOS E ECONOMIA CONTINUAM EM QUEDA LIVRE.


Já que 2008 é o ano de centenário da morte de Machado de Assis, em homenagem a uma de suas mais interessantes obras – “O alienista”, na qual narra a história de um médico obcecado em provar que de louco todos nós temos um pouco –, parece que os mercados financeiros se transformaram em manicômios, pois tem gente rasgando dinheiro, em um comportamento histérico, fora de si.
Os economistas se esforçam para dar um tom de racionalidade a tudo o que vem acontecendo. No entanto, no caso específico dos mercados financeiros, os psicólogos bem que poderiam dar uma boa ajuda, em face da mudança de humor que caracteriza esse segmento da economia, com períodos alternados de euforia extravagante e depressão.
O que tem causado perplexidade não é a desvalorização dos ativos financeiros ou a preocupação justificada com uma possível recessão na economia mundial, mas o movimento de montanha-russa nas bolsas, a corrida irracional (não só aqui ) como para o dólar.
Em economia, as crises geralmente são causadas por excesso de consumo, superprodução, escassez de oferta, insuficiência de poupança, perda de eficiência no sistema produtivo, gargalos físicos na infra-estrutura ou decisões equivocadas de natureza política. Quais desses fatores estão presentes na crise atual? Há um pouco de tudo isso, mas não em dimensão capaz de detonar uma recessão do tipo arrasa quarteirão. O impacto mais forte dessa crise será mesmo no âmbito dos sistemas financeiros, que vão dar uma encolhida – especialmente nos derivativos, que estavam mesmo precisando murchar – o que reduzirá o ritmo de atividade em várias economias.
Já há quem preveja para a próxima década um planeta economicamente melhor, com os países classificados como ricos reduzindo sua participação para menos da metade do produto bruto mundial, enquanto os que estão emergindo (Brasil, inclusive) ocupariam a outra metade.


Mercados
ontem a Petrobras bateu o recorde de lucro da sua historia , ai o mercado fez a festa O DETALHE é que o palhaço da festa foi propria petrobras, fizeram uma farra com ela derretendo mais de 13% os papeis da petrolifica. (Ainda bem que o lucro não foi maior)

Mas no geral foi um movimento generalizado de venda pelo mundo inteiro , o problema e que a cada dia que passa menos sabemos do preço.
Será que as ações estão baratas?
Será que estão caras?
Será que estão no preço justo?
O problema e que o mercado com essa volatividade destrói tanto o nosso raciocínio que pode ser que ano que vem a bolsa esteja valendo o dobro, e todo mundo, analistas, palpiteiros consultores, economistas vão dizer:
Está vendo eu disse estava a preço de banana.

Mas pode ter certeza que se a bolsa nesse ano em vez de dobrar, a bolsa resolva digamos dividir ai os mesmo analistas, palpiteiros, consultores, economistas vão dizer:
“Eu disse que a bolsa estava cara”
VAI ENTENDER!!!!!!!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Preço alvo GM : $0,00 - Um império pode virar pó...



Que estamos passando por um momento que ficará marcado pelas próximas dezenas de anos todos sabem, e os reflexos desse momento poderão mudar toda uma sociedade e sua maneira de viver, pensar, e comprar. Reparem na palavra comprar.
Primero tivemos os bancos americanos e seus ultimos anos de pura loucura financeira, e o desenrolar dessa historia estamos carecas de ler dia após dia. Várias outras empresas e outros setores da economia começaram a sofrer, diretamente pela falta de crédito dos bancos que agora fecham suas portas ou são estatizados, ou pelo medo de uma recessão, queda de investimentos, falta de confiança...
Mas o cenário é tão sério e tão importante para o futuro da nossa economia que estamos prestes a ver senão o maior simbolo do capitalismo americano, uma das mais fortes e imponentes empresas do mundo, a grande General Motors, simplesmente ruir, num desmoronamento que traz uma montanha de problemas e prejuizos. Ja disseram que o caixa da empresa talvez não segure até o final do ano.
A GM não é só um simbolo ou uma empresa qualquer, ela não só faz parte da história economica como moldou junto com outras gigantes as caracteristicas do consumismo, do capitalismo e da economia americana e mundial.
Agora imagine-se no angulo de visão dessa fotografia, vendo a sede de um império cair à sua frente...panico à parte, você pode pensar: "-Bem, nem eles se seguraram..." . E o ponto da crise é esse...uma crise de confiança que abala as espectativas de todos.
O presidente eleito Barack Obama já disse que os EUA não terão tempo para esperar sua posse, e que medidas tem de ser tomadas urgentemente para salvar as montadoras, enquanto as ações da GM atingem seu preço mais baixo desde 1943.
Estamos vendo esforços de todo o mundo para tentar estancar a economia. A China aprovou outro pacote de mais de 500bi, outros pacotes podem sair também nos EUA, mas parece que todo o dinheiro é pouco para pagar a festa.
Só podemos esperar e ver o desenrolar da historia. Provavelmente a GM e outras se manterão, mas a que preço?




MERCADOS

É o tal negocio, se amanha acordarmos com mais uma notícia apocaliptica vinda dos EUA, podemos nos preparar para mais uma grande derrocada, e na minha opinião, apesar dos mercados ja terem atingido um patamas bem baixo, vamos buscar níveis piores que os dos ultimos dias. Mas para o curto prazo temos boas notícias. Ainda que frágeis, os mercados me parecem querer dar um alívio...essa semana só não foi muito boa (ainda) por causa do pessimismo nos EUA e dos dias ruins do índice Dow Jones.
Graficamente no Ibovespa podemos ver um belíssimo e muito bem desenhado OCOI, que é uma figura de reversão de tendencia de baixa, na qual estamos hoje. Somado a isso, no intraday de hoje tivemos um martelo bem forte, que ignorou incluive um péssimo dia no Dow. Então, vamos com calma, podemos ter uma reversão no curto prazo que nos levaria por volta dos 50 mil pontos, caso ultrapasse com consistencia a resistencia nos 40 mil. Não se preocupem com os papeis que vão comprar por enquanto...é dificil falar quando estão todos descontados em 50, 60, 70%. Recomendo porém, caso seja uma reversão, papeis mais agressivos, como as siderurgicas e construtoras, enquanto a Vale pode ser também uma opção um pouco mais segura e com ótimas perspectivas num mercado de alta. Petro na minha opinião, por enquanto é só para observar... o preço do barril de petroleo está a níveis completamente absurdos... olhem de perto pois a qualquer momento vamos ter um repique forte, ainda mais com o resultado, que veio muito bom, mas o proximo irá refletir a queda surreal do preço do petroleo. Vamos torcer para um mercado sem notícias horriveis, assim poderemos decolar.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Quem continua em alta é somente a volatividade no cassino financeiro.


Sem os investidores estrangeiros, a bolsa de valores brasileira não teria subido tanto em determinada fase. Daí que o mercado estendia tapete vermelho para a entrada desses recursos. A outra face da moeda é que nesse ambiente de crise os investidores batem em retirada pondo todas as ações brasileiras no mesmo saco. Caíram os preços dos papéis tanto de companhias que têm registrado elevado lucro como de empresas que apresentam prejuízo.
No mês passado, mais da metade das ordens de venda de ações veio do exterior.
"não sei de onde eles tiram tanta ação para vender " (risos)
É difícil identificar lógica em um processo em que investidores decidem perder fortunas. Ainda mais sem ter para onde correr!

A minha contra indicação nessa crise é evitar o protecionismo que aprofundou a crise de 1929 e minha receita aumento dos gastos públicos com incentivos para economia real.
Mas você me pergunta e o risco de alta de inflação?
É uma preocupação compreensível em tempos normais, mas não estamos em tempos normais!



MERCADOS
Um pregão completamente instável prato cheio para traders que operam no diário.
Nova York chegou a quase 3% de alta e faltando uma hora para o fechamento estava com mais de 2% de queda para finalmente fechar a 0.80 de queda.
Negócios no Brasil foi exatamente no mesmo caminho mas devido as blue chips vale e petro não ficamos no vermelho .
Para quem não conhece mercado financeiro sempre escutou que é um mercado agressivo e volátil!
Sim é volátil mas nem de longe se parece com isso que está ocorrendo nas bolsas .
pode ter certeza isso não é normal !
Mas como o show nunca pode parar as bolsas continuam a todo vapor, Mas por enquanto esta parecendo mais um cassino financeiro onde o dealer do jogo é o todo poderoso EUA e sua bolsa maluca de nova York.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Crise desembarcou no setor privado brasileiro!


A crise financeira internacional desembarcou no Brasil apesar da confiança inicial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou a chamar a turbulência global de "crise do Bush".
Só que desta vez o problema é o setor privado, e não as finanças públicas, O crédito está ficando cada vez mais escasso e os bancos cada vez mais desconfiados entre si.
Os problemas começaram de repente, no mês passado, com a venda em massa de ações brasileiras e investidores estrangeiros fugindo para tentar cobrir perdas em outros lugares ou apenas voltando para casa".
junto com a desvalorização do real, este fenômeno provocou perdas inesperadas nos contratos de derivativos em moeda estrangeira que eram usados para tentar limitar a exposição de companhias brasileiras dos altos e baixos do preço do dólar.
Enquanto o real estava se valorizando, estes contratos pareciam uma boa aposta, enquanto isso as companhias ficaram com uma falsa sensação de segurança"
O país usou as condições favoráveis dos últimos anos para melhorar suas finanças, diminuindo a dívida pública e finalizando grande parte de sua dívida em dólar, o que pode fazer com que a desvalorização do real não traga grandes problemas fiscais.
Mas, com a estabilidade financeira, muitas empresas fizeram dívidas em dólar e contratos de derivativos. O resultado é uma novidade para o Brasil: um problema financeiro causado pelo setor privado e não pelo público. É um progresso, de alguma forma, mas significa que os investimentos vão ter uma queda brusca. Analistas reduziram as previsões de crescimento para 2009 para entre 2% e 3%. Mesmo assim, muitas economias maiores irão cair ainda mais



MERCADOS
Uma correção devido aos exageros da queda anterior as bolsas respiraram.
No final quando tudo parecia perdido pois o mercado queria até subir forte mais as noticias realmente acabava com o humor até do mais bem humorado investidor !
Com tudo isso surge a coletiva de Barack Obama Presidente Eleito dos EUA , e realmente mostrou que está preparado ,DEU UM SHOW com respostas precisas objetivas e sem lenga-lenga política partidaria, foi preciso direto e seguro quem não me deixa mentir e a bolsa de nova York que de 1% positivo saltou para 3% positivo!!!!!
Fenômeno de ocilação assim com uma coletiva de presidente só houve com o antecessor dele bush só que nesse caso a bolsa estava 1% positiva e fechou 4.5 negativa .
JÁ VAI TARDE GEORGE W. BUSH

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O efeito bear market !


Eu comparo o sistema financeiro ao encanamento de um edifício. Quando ele funciona, ninguém percebe. Quando entope, o mau cheiro é insuportável. Esta é a situação atual: o sistema parou, mesmo com os governos dos Estados Unidos, da Europa e do Japão injetando US$ 1,4 trilhão na tubulação. O custo dos empréstimos entre os bancos cresceu 16 vezes nos últimos 18 meses, porque as instituições financeiras não confiam uma nas outras e preferem ter dinheiro em caixa. Se os bancos não emprestam dinheiro entre si, também não emprestam para as indústrias, para os serviços e para os consumidores. “É seguro dizer que, enquanto os mercados financeiros não funcionarem normalmente, a crise financeira não vai terminar


MERCADOS
Bem, hoje foi digamos um efeito realização de lucros sobre o efeito Barack Obama .
Caiu e o que parece que para descer a bolsa não faz cerimônia nenhuma cai igual uma faca!
Dicas: talvez esperar para curto prazo esperar cair para comprar talvez esse movimento de queda dure esses dois dias com possíveis altas segunda- feira .
Enquanto isso o urso da queda se esbalda ladeira abaixo !!!!!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Amanha o mundo escolhe seu novo sindico.


Obama já mostrou, em viagem à Europa durante a campanha, que pode mudar a maneira como os estrangeiros vêem os Estados Unidos. Na teoria, um presidente republicano seria melhor para o Brasil nas questões comerciais, já que eles são considerados menos protecionistas. O problema é que, ao contrário do Brasil, nos Estados Unidos esses assuntos são atribuição do Congresso. Analisando o histórico dos dois candidatos no Senado, o Centro de Estudos de Política de Comércio do Instituto Cato classifica Obama como intervencionista e McCain como favorável ao livre comércio. O passado recente dos presidentes americanos, no entanto, desafia a regra de republicano liberal e democrata protecionista. No governo do democrata Bill Clinton foi concluída a Rodada Uruguai, que elaborou o conjunto de regras em vigor no comércio internacional, e foi o republicano George W. Bush quem criou uma sobretaxa para o aço brasileiro.
O certo é que o novo presidente, quem quer que seja, terá de lidar com um Congresso democrata. As pesquisas mostram que a maioria já existente deve ser ampliada e é possível que os democratas consigam eleger 60 senadores, número suficiente para evitar uma obstrução da oposição.
Um presidente republicano teria pouco espaço de ação. Por isso, é preciso olhar com cuidado as promessas de campanha de McCain, como o fim da tarifa de importação do etanol brasileiro, hoje em US$ 0,54 por galão - cerca de R$ 0,30 por litro. Uma mudança vai depender muito mais das negociações entre os diferentes lobbies em atuação no Congresso - congressistas da Califórnia e da Flórida, por exemplo, são favoráveis à importação, enquanto os do MeioOeste, de onde vem Obama, tendem a defender a proteção aos produtores americanos de milho. Em Washington, brasileiros tanto do governo quanto do setor privado dão como certo que o fim da sobretaxa é uma questão de tempo.
A economia ganhou mais força na reta final da campanha, com promessas dos dois lados de redução de impostos. Obama também quer ampliar a cobertura do sistema público de saúde e McCain pretende oferecer uma dedução de imposto para que a própria pessoa pague seu segurosaúde. Uma declaração de Obama há duas semanas de que era preciso "distribuir a riqueza" deu munição para ataques do lado republicano, que chegou a chamar o candidato democrata de "socialista" - um palavrão no país. "isso porque os EUA o lema é o seguinte não distribuímos a riqueza. Nós criamos riqueza! Mas também não precisa exagerar, não é porque dividia meus brinquedos no jardim de infância", que eu sou socialista.

MERCADOS
Hoje o lado externo viveu como há muito tempo não vivia.
Alias já tinha me esquecido de como uma bolsa de um país grande ocilava, e como operar na volatividade dela!
Mais pelo contrario no Brasil dia foi marcado pela fusão do Itau E Unibanco formando um super banco .
Mais do que uma operação surpreendente - embora rumores já apontassem há tempos a venda do Unibanco a um grande player global do setor financeiro -, a fusão entre dois bancos dará origem a um dos maiores conglomerados financeiros no mundo, "o maior do Hemisfério Sul"

Faz tempo, muito antes da crise financeira, que se discutia o futuro do Unibanco. Ocorre que a instituição ficara meio atravessada no cenário brasileiro, nem pequena, nem grande. O que se dizia: ou o Unibanco compra outros bancos ou será comprado.
Terminou comprado pelo Itaú, o que resultará na maior instituição financeira das Américas, tirando os EUA, claro.
A Itausa é a holding das famílias Vilela e Setubal; a Unibanco, da família Moreira Salles.
Como se observa, é um banco dos grandes, um dos 20 maiores do mundo, com controle definido.
Não é o que ocorre com os outros. Tome-se o Santander. Seu presidente, don Emilio Botín, tem 8% do capital.
Essa pulverização, que se repete nas grandes instituições mundiais, abre espaço para que o banco possa ser adquirido em mercado, com, por exemplo, uma proposta hostil, como aliás o Santander comprou o ABN.

Tirando esse fenômeno, no velho cotidiano, a Vale foi a grande estrela do dia ignorou completamente o cenario de cautela até noticias não muito favoráveis sobre produção menor reajuste adicional não implementado, mas mesmo assim subiu forte !
Mas acho que no longo prazo a Petrobras é mais interessante a não ser que o mundo não precise mais de petróleo (rs) Acho muito dificil ou melhor impossivel !