sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O gigante em 2008 saiu bastante machucado ! Nos EUA Para conter as feridas será necessário grandes investimentos e aumentar ainda mais o déficit...


Neste momento há um debate intenso sobre a agressividade com a qual o governo dos Estados Unidos deveria procurar reverter o rumo da economia. Muitos economistas, incluindo eu, estão pedindo uma expansão fiscal bem grande para impedir que a economia entre em queda livre. Outros, no entanto, preocupam-se com o peso que os grandes déficits fiscais representarão para as futuras gerações.Mas estes últimos não entenderam nada. Nas circunstâncias atuais, não há uma dinâmica equilibradora entre aquilo que é bom no curto prazo e o que é benéfico no longo prazo. Uma robusta expansão fiscal na verdade melhoraria as perspectivas de longo prazo da economia.A alegação de que os déficits orçamentários tornam a economia mais pobre no longo prazo baseia-se na crença de que o fato de o governo pegar dinheiro emprestado afasta o investimento privado - ao emitir lotes de dívidas, o governo inflacionaria as taxas de juros, o que faria com que o empresariado não se dispusesse a investir em novas fábricas e equipamentos, e isto por sua vez reduziria o índice de crescimento de longo prazo da economia. Sob circunstâncias normais, este argumento faz bastante sentido.Mas as circunstâncias atuais estão muito longe de serem normais. Pensem no que aconteceria no ano que vem se o governo Obama cedesse aos inimigos dos déficits e reduzisse os seus planos fiscais.Será que isso levaria a uma redução das taxas de juros? Tal iniciativa certamente não conduziria a uma redução das taxas de juros no curto prazo, que são mais ou menos controladas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). O Fed já está mantendo essas taxas no menor valor que consegue - praticamente zero -, e não modificará essa política a menos que enxergue sinais de que existem sinais de que a economia possa sofrer um superaquecimento. E, ao que parece, esta não será uma perspectiva realista por um bom tempo.E quanto as taxas de longo prazo? Essa taxas, que já estão no seu patamar mais baixo em meio século, refletem principalmente taxas futuras de curto prazo. A austeridade fiscal poderia empurrá-las ainda mais para baixo - mas somente por meio da geração de expectativas a economia permaneceria profundamente deprimida por um longo período, o que reduziria, ao invés de aumentar, o investimento privado.A idéia de que uma política fiscal rigorosa quando a economia encontra-se deprimida na verdade reduz os investimentos privados não é apenas um argumento hipotético: foi exatamente isso o que ocorreu em dois importantes episódios da história.O primeiro aconteceu em 1937, quando Franklin Roosevelt acatou erroneamente o conselho de indivíduos da sua própria era que temiam o déficit. Ele reduziu drasticamente os gastos governamentais, cortando, entre outras coisas, a Administração de Progresso de Trabalhos (WPA) pela metade, e também elevando os impostos. O resultado foi uma grave recessão, e uma queda drástica dos investimentos privados.O segundo episódio ocorreu 60 anos mais tarde, no Japão. Em 1996-1997, o governo japonês tentou equilibrar o seu orçamento, reduzindo gastos e elevando impostos. E, novamente, a recessão que se seguiu provocou uma queda acentuada dos investimentos privados.Apenas para esclarecer, eu não estou argumentando que a tentativa de redução do déficit orçamentário é sempre ruim para o investimento privado. É possível apresentar, como exemplo razoável, o fato de a restrição fiscal de Bill Clinton na década de 1990 ter ajudado a alimentar o maior boom de investimentos dos Estados Unidos naquela década, o que, por sua vez, ajudou a provocar a retomada do crescimento da produtividade.O que fez da austeridade fiscal uma idéia tão ruim tanto para os Estados Unidos de Roosevelt quanto para o Japão da década de 1990 foram circunstâncias especiais: em ambos os casos, o governo recuou face a uma armadilha de liquidez, uma situação na qual a autoridade monetária cortou o mais que pôde as taxas de juros, mas, ainda assim, a economia continuou operando bem abaixo da capacidade.E atualmente estamos metidos no mesmo tipo de armadilha - e é por isso que os temores em relação ao déficit são equivocados.Mais uma coisa: a expansão fiscal será ainda melhor para o futuro norte-americano se uma grande parcela dessa expansão se der na forma de investimentos públicos - com a construção de estradas, reforma de pontes e desenvolvimento de novas tecnologias, todos estes fatores que, no longo prazo, tornam a nação mais rica.Será que o governo deveria ter uma política permanente de trabalho com grandes déficits orçamentários? Claro que não. Embora a dívida pública não seja algo tão ruim quanto muita gente acredita - ela é basicamente dinheiro que devemos a nós mesmos -, no longo prazo, o governo, assim como indivíduos privados, precisa implementar um equilíbrio entre os seus gastos e a sua renda.Mas neste momento temos uma carência fundamental de gastos privados: os consumidores estão redescobrindo as virtudes da poupança ao mesmo tempo em que o empresariado, chamuscado pelos excessos do passado e semi-paralisado pelos problemas do sistema financeiro, está reduzindo os investimentos. Essa lacuna será cedo ou tarde fechada, mas até que isso aconteça, o investimento governamental deve compensá-la. Caso contrário, o investimento privado e a economia como um todo despencarão ainda mais.Então, a questão fundamental é que as pessoas que acham que a expansão fiscal atual é ruim para as futuras gerações entenderam tudo errado. A melhor linha de ação, tanto para os trabalhadores de hoje quanto para os filhos deles, é fazer o que quer que seja necessário para que a economia retome a rota da recuperação.

Essa será minha ultima postagem do ano estarei de férias e voltarei publicar no dia 20 de janeiro
Feliz 2009
minhas previsões de 2008 foram:
bolsa de valores /08 : 41.000 a 45.000
dolar: 1,80 a 1,99
juros 13,50%
crescimento do pib na casa dos 4.5 % a 5,5
PREVISÕES- 2009
BOLSA- 53.000 A 60.000
DOLAR- $ 1,80 A $ 2,00
PETROLEO - 60 A 70 DOLARES
FELIZ ANO NOVO!!!!!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

fechamos o natal com as cores predominantes da época e ficamos no VERMELHO com a bolsa de valores sendo o mico do ano !!!


Parte considerável do tombo da Bovespa em 2008 reflete o agravamento da crise financeira mundial, cujo epicentro são os Estados Unidos. Era de se esperar que, assim que a maior economia do planeta adotasse medidas para se recuperar, o pregão brasileiro começasse a reagir. Mas, ironicamente, o programa de estímulo em gestação pelo próximo presidente americano, Barack Obama, pode retardar a retomada do Ibovespa. Os cortes de impostos, os pacotes de estímulo à economia e a reestruturação do sistema de saúde dos Estados Unidos, entre outras ações, devem levar o déficit fiscal americano a um recorde de 1 trilhão de dólares em 2009. Para custeá-lo, eu espero uma emissão de uma enxurrada de títulos do Tesouro americano. E, em um ambiente de extrema aversão ao risco, os investidores estrangeiros muito provavelmente vão preferir ganhar pouco com os papéis dos EUA a se arriscar na bolsa brasileira. O interesse no comportamento dos estrangeiros não é gratuito. Na média do ano, eles são o grupo com maior peso na movimentação da Bovespa (35,5%), à frente dos investidores institucionais (27,2%) e das pessoas físicas (26,6%). A entrada ou saída de investidores internacionais dita, em grande parte, as tendências de alta ou de queda da bolsa. Os estrangeiros foram os principais responsáveis pelo boom brasileiro de IPOs, entre 2004 e 2007, e ajudaram a catapultar o Ibovespa no período. Por isso, a aplicação desses recursos em títulos americanos pode frear a retomada da bolsa brasileira.
Por conta do deslocamento dos recursos internacionais para os títulos dos Estados Unidos. Não são apenas os financiadores da dívida pública e privada dos países latinos que estão comprando papéis americanos. Desde junho, a Bovespa registra sucessivas saídas líquidas (compras menos vendas de ações) dos estrangeiros. Até 10 de dezembro, eles já haviam retirado 25,205 bilhões de reais da bolsa brasileira. É verdade que o desempenho do pregão não ajuda em nada a retê-los. Até nos últimos pregões do ano por volta de meados de dezembro, o Ibovespa acumulava uma queda de 38,3% em reais. O resultado em dólares é ainda pior, dada a desvalorização cambial: -54,4%.
Algumas corretoras brasileiras afirmam que o Ibovespa terminará 2009 acima dos 60.000 pontos - uma alta de mais de 50% sobre o patamar atual. Enquanto isso, os títulos americanos com vencimento em dois anos viram sua taxa de remuneração tombar para 0,76% ao ano na última semana, bem abaixo do pico de 3,11% registrado em junho. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, outros papéis do Tesouro americano, como os de 10 e 30 anos, caíram ao menor patamar de juros desde que começaram a ser vendidos. As pessoas não estão comprando os títulos porque acham o retorno atrativo, Estão comprando porque temem colocar seu dinheiro em qualquer outro lugar
Mercado acionário não apresenta perspectivas favoráveis nos Estados Unidos, os estrangeiros também não devem se empolgar com os pregões de países emergentes. É claro que a situação brasileira, hoje, é bem melhor do que nas crises anteriores. Mas, para os estrangeiros, os Estados Unidos continuam o porto mais seguro em épocas de tempestade. Mesmo quando os próprios americanos são o centro da tormenta.
Agora é esperar para analisar o novo mega plano dos EUA para uma previsão mais acentuada
Mas varias pessoas continuam achando que o montante em $$$$$ é que vale sendo assim as pessoas ficam assim... este é de x valor então esse vai resolver!!! ou então esse é de xxxxx valor como se a salvação estivesse chegado !!! ou seja se $800 bi de dólares fosse a salvação para a economia mundial as bolsas nem cairiam , temos que ver aonde ele atinge que resultados está trazendo consigo .
O investidor e analista (é claro não generalizando) continuam olhando para o lado errado das coisas por isso tem análises distorcidas e acabam tomando decisões equivocadas.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Não resta muitas cartas na manga do BC americano ... mas não é possivel que depois de tantas cartas expostas que futuramente não se forme um par!!!!!!


Se o juro é o preço do dinheiro e se o Fed, o banco central dos EUA, colocou a taxa básica de juros em zero, isso quer dizer que o dinheiro vai sair de graça para os bancos. Esses bancos estavam sem confiança para emprestar a empresas, pessoas e outros bancos, com medo de levar calote. Recuavam diante do risco.
Agora, o pessoal se pergunta: “tendo dinheiro de graça, será que não vão emprestar?”.
Por via das dúvidas, o Fed não apenas colocou a taxa perto de zero. Disse que vai ficar ali por um bom tempo e anunciou vários programas de compra de títulos de bancos, agências hipotecárias, companhias de cartão de crédito, empresas que fazem empréstimos estudantis, além das compras de papéis das grandes empresas (notas promissórias). Disse ainda que, no início de 2009, vai estender facilidades de crédito para famílias e pequenas empresas.
Quando toda essa história começou, o Fed só podia emprestar para bancos comerciais. Agora, dá crédito para todo mundo. São medidas ortodoxas, heterodoxas, novas, velhas, deste e do outro mundo. Ou seja, é um enorme esforço para restabelecer o funcionamento do sistema de crédito.
Acrescente aí o programa de gastos de Obama em infra-estrutura e novas tecnologias, a ser definido em janeiro – e se tem o mais amplo esforço de combate a uma recessão. Demora um pouco para funcionar – o tempo de colocar os programas em operação.
Em resumo, se tudo isso não funcionar, então é melhor apagar a luz.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Warren Buffett conhecido como o numero 1 dos mercados financeiros. ( em 2008 nem ele escapou)


O megainvestidor Warren Buffett é o primeiro ou segundo homem mais rico do mundo, dependendo do humor da bolsa (quando as ações não vão tão bem, ele cede a liderança para o amigo pessoal Bill Gates).
Sua fortuna está avaliada em 62 bilhões de dólares, a quase totalidade investida em ações de empresas que ele mesmo escolhe cuidadosamente. No entanto, seu último movimento custou-lhe um prejuízo de quase 3 bilhões de dólares e surpreendeu o mercado, acostumado com a aura de infalível de Buffett.
Ele é considerado o mais competente de todos os investidores, tendo construído sua fortuna a partir do zero desde 1956. No entanto, seu mais recente movimento, a compra de 5 bilhões de dólares em ações do banco de investimentos Goldman, Sachs, colocou sua capacidade de fazer escolhas em xeque.
Buffett perdeu quase 4 por cento de seu patrimônio em apenas três meses, o que mostra que ele, desta vez, deixou de investir e preferiu fazer uma aposta. Ou seja, após completar 78 anos, Buffett descobriu o caminho de Las Vegas.
Relembrando. No que parecia ser o pior momento da crise, Buffett anunciou que estava assumindo parte do papel do Tesouro dos Estados Unidos, socorrendo o mais influente, respeitado e poderoso banco de investimentos americano, o Goldman, Sachs.
O bilionário comprou 5 bilhões de dólares em ações ordinárias e 5 bilhões em ações preferenciais do tipo norte-americano, que pagam juros. No caso, ele vai receber 10 por cento ao ano até o Goldman recomprar as ações, mas para isso o banco terá que pagar uma multa de 10 por cento.
Considerando apenas as ordinárias, ao preço da ocasião, ele comprou ações que valiam cerca de 125 dólares. Na sexta-feira, dia 12 de dezembro, essas ações eram cotadas a pouco menos de 70 dólares, o que representa, em termos redondos, uma queda de 44 por cento, ou um prejuízo de 2,2 bilhões de dólares. Muito dinheiro, mesmo para Buffett.
Buffett seria o primeiro a repetir um de seus próprios mantras. "Quem pensa no curto prazo não deveria passar nem perto de Wall Street", diz ele. Ou seja, na abordagem de longuíssimo prazo que ele adota para investir, essa queda é apenas uma turbulência insignificante de percurso. O problema, porém, não está na queda dos preços, mas nos fatos subjacentes a essa queda.
Buffett sempre defendeu a compra de negócios sólidos e previsíveis, que sejam compreensíveis, geridos por pessoas confiáveis e que estejam precificados incorretamente pelo mercado. Nada disso se aplica ao Goldman.
Ao investir no banco de investimentos, ele comprou o mais etéreo dos ativos, as relações comerciais dos executivos do Goldman Sachs com seus clientes e a capacidade de seus operadores de gerir o patrimônio bilionário do banco. Todos esses fatores estão correndo fortes riscos.
Em primeiro lugar, há menos empresas, menos investidores e menos dinheiro em circulação, o que quer dizer menos oportunidades para bancos de investimento --os que ainda existem, claro-- ganharem dinheiro.
Além disso, boa parte dos lucros do Goldman nos últimos tempos vieram da gestão do próprio dinheiro, aproveitando a volatilidade do mercado. Há menos oportunidades de investimento, e as que existem são muito mais arriscadas do que há alguns meses.
Há mais. Poucos executivos-chefes seriam capazes de entender, para não dizer opinar, as operações de derivativos concebidas por suas tesourarias. Buffett é um homem brilhante, mas não onisciente, o que eleva os riscos em mais um ponto.
Finalmente, a grande questão é se um banco como o Goldman Sachs pode ser considerado um negócio previsível.
Buffett defendeu um investimento feito na fabricante de goma de mascar americana Wrigley's dizendo: "não imagino que a Internet mude a forma como as pessoas mascam chiclete".
No caso do Goldman, as atividades básicas de qualquer banco de investimentos --subscrição de ações e títulos, fusões e aquisições, levantamento de empréstimos sindicalizados, por exemplo-- dependem muito de condições específicas de mercado e podem variar violentamente de um trimestre para o outro.Empresas industriais ou de varejo seguem uma lógica do contínuo --as variações são mensuráveis ao longo do tempo. Já bancos de investimento seguem uma lógica probabilística e binária --o sucesso de hoje pode ser seguido pela bancarrota de amanhã, e isso ocorrerá sem aviso prévio. Ou seja, Buffett trilhou um caminho que fala mais de especulação e aposta do que de investimentos.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

GM CONTINUA POR UM TRIZ PARA DESPENCAR! MAS NO BRASIL QUEM COMPROU UM CHEVROLET, OU ATÉ MESMO QUEM PRETENDE COMPRAR UM CHEVROLET O QUE FAZER?

crise financeira internacional já causou a falência de bancos e empresas pelo mundo afora e ameaça uma das maiores montadoras de carros nos Estados Unidos, a GM (General Motors), que espera uma ajuda do governo americano para escapar dessa situação delicada.Com todos esses rumores, quem possui um carro da fabricante aqui no Brasil pode estar se perguntando se seus veículos correm o risco de desvalorização
quem está nessa situação pode respirar aliviado, pelo menos se o carro é produzido no Brasil."Tecnicamente, a GM do Brasil é independente da GM dos Estados Unidos, e os carros produzidos aqui possuem uma tecnologia diferente. As peças são facilmente encontradas, também não afeta a assistência técnica.
os carros importados da marca é que teriam mais impacto, com uma possível falência, e que a produção dos carros brasileiros não seria interrompida. "Se disser que a marca GM não existe mais, a fabricação pode continuar tranqüilamente, com uma marca diferente. Pode haver fusão ou a fábrica ser comprada.
que mais pode prejudicar a empresa é o receio dos compradores. "Toda a marca que é descontinuada perde o interesse dos consumidores
"A GM do Brasil tem lucro e não depende da dos Estados Unidos, mas as pessoas não têm informação disso. É difícil um consumidor normal querer comprar um carro de uma empresa que pediu concordata. Quem vai querer comprar um carro de uma empresa que faliu lá fora?
Embora tudo conspire a favor pois o setor automotivo respira por meios de vias de credito e justamente o credito está bastante escasso lá fora eu não acredito em uma falência da empresa americana.
A ajuda será aprovada até mesmo pelo orgulho americano, que não quer ver uma montadora desse porte falir. "Mas, se houver [falência], caberá à GM brasileira informar o consumidor sobre as suas operações. E a corporação já veio a público para dizer que a operação no Brasil é saudável!
Dizem que o Ronaldo por já ter sido o melhor jogador de futebol do mundo não pode ter se esquecido de jogar bola
A GM já foi não só a maior empresa da industria automobilística como já foi a maior empresa do mundo no geral, não pode ter esquecido de fazer carros.
O que falta para GM é deixar a preguiça de lado e pensar em uma atividade mais moderna e dinâmica reformular suas estratégias pesquisar mais sobre o consumidor ver o que tem demanda e o principal ser viável para financiamento!
então resumindo quem quer comprar um chevrolet pode comprar sem medo mesmo porque são carros tradicionais e muito aceitos no mercado interno e bons tambem .

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

BC Brasileiro vive na pratica um dilema quer manter o consumo aquecido, mas morre de medo de soltar a inflação.


O próprio Comitê de Política Monetária (Copom) concluiu que as taxas básicas de juros no Brasil terão de ser reduzidas. Só que o Banco Central resolveu adiar essa decisão para janeiro, enquanto a cada dia surgem indicadores sobre a economia que já justificariam uma antecipação desse corte. O consumo de combustíveis vem caindo, assim como o número de passageiros nos aviões.
E isso desde as últimas semanas de novembro, por efeito de férias coletivas e cancelamento de uma série de negócios que estavam programados para se concretizar antes do fim do ano.
A inflação, que poderia ser o pretexto para manutenção de juros tão exageradamente elevados, começou a despencar no início de dezembro. O índice de preços da construção civil apurado pela Fundação Getúlio Vargas, que vinha se mantendo acima da média da inflação, desabou velozmente: entre um levantamento e outro (dez dias), saiu de 0,7% para 0,1%. Siderúrgicas, petroquímicas, fábricas de papel, montadoras de automóveis — segmentos importantes da indústria — paralisaram ou diminuíram o ritmo de suas linhas de produção.
Até a especulação no mercado de câmbio está arrefecendo porque já se pode deslumbrar uma queda brusca nas importações.
Um corte de meio ponto porcentual poderia alterar radicalmente esse quadro? Claro que não, mas já seria um bom começo, e sem dúvida serviria como sinal para positivo para potenciais interessados em investir ou financiar empreendimentos de infra-estrutura e construção civil, para os quais uma taxa acima de 12% ao ano começa a ser impeditiva ou os induz a permanecer aplicados em títulos federais.
Os dados do Produto Interno Bruto (PIB) referentes ao terceiro trimestre de 2008 mostram que o caminho mais fácil e mais seguro para a economia brasileira assegurar um razoável nível de atividade dentro de um cenário de crise internacional, gerando emprego e renda, está ligado de alguma forma à construção civil e pesada, seja em obras de infra-estrutura ou na edificação de moradias. Esses setores têm pouco impacto direto sobre importações e quase não demandam financiamentos em moeda estrangeira.
Além de recuo da inflação e da necessidade de se estimular alguns investimentos, o corte na taxa Selic encontra respaldo nos fundamentos macroeconômicos, como gostam de dizer os analistas de investimento. As contas do setor público ficaram equilibradas ao longo de todo este ano (e o déficit que sempre ocorre em dezembro deve ficar este ano aquém do que era esperado), a dívida pública líquida como proporção do PIB recuou para o patamar que estava em 1999 e o Brasil, mesmo com toda essa crise, em nenhum momento esteve ameaçado de ser rebaixado pelas agências classificadoras de riscos, mantendo-se assim entre as economias mais seguras para investidores em moeda estrangeira. Ainda que a crise possa mudar um pouco esse quadro nos próximos meses — especialmente quanto à receita de impostos — os fundamentos macroeconômicos não chegarão a se deteriorar, como pode acontecer com outras economias.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

BC Americano com juro zero!!!! agora na comedia da vida o risco é de deflação e vale tudo para levantar os preços...


O Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos EUA) decidiu nesta terça-feira (16) reduzir a taxa de juros para o menor nível histórico do país.

Com a decisão, a taxa praticada nos EUA agora passa para um patamar flutuante de zero a 0,25% ao ano. Antes desse corte de no mínimo 0,75 ponto, a taxa do país era de 1% ao ano. O Fed também sinalizou que vai manter as taxas "excepcionalmente baixas" por mais tempo.
A redução é mais uma na sequência de baixa que já derrubou a taxa básica dos EUA em quase cinco pontos percentuais em pouco mais de um ano, desde o nível de 5,25% ao ano que prevalecia antes do início da crise financeira no ano passado.
No comunicado onde explica sua decisão, o Fed disse "irá empregar todas as ferramentas disponíveis" para promover a volta do crescimento econômico, mantendo a estabilidade dos preços. Entre essas ferramentas, o órgão cita a compra de papéis da dívida hipotecária para desbloquear empréstimos.

O comitê também ressalta que desde o último encontro os dados apontam para uma deterioração nos gastos do consumidor, investimentos e produção. Além disso, os mercados financeiros permaneceram restritos assim como as condições de crédito. "De maneira geral, o cenário para a atividade econômica enfraqueceu ainda mais." Por outro lado, o Fed nota que a inflação caiu de forma notável. E a expectativa do comitê é de preços ainda menores em função da baixa no valor das matérias-primas e da menor atividade.
Uma coisa me impressionou foi a agressividade o que deixa bem claro que a autoridade já deu indícios de que deve "imprimir dinheiro". Irá emitir moeda para injetar na economia até que o sistema dê sinais mais concretos de estabilização.
Isso e mais uma resposta que o governo barack obama não está vindo para brincadeira, pois é claro que essa redução é muito mais dele do que do bush, alias esse já está com as malas prontas!
Com certeza depois que os EUA entrou em taxa de juro 0% onde nunca foram... serviu para sacramentar essa crise como histórica.

Contudo isso fica difícil analisar futuro mas continuo com minha previsão que a próxima crise será de inflação com certeza!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Bush...Um final Melancólico !!!!!


Há um alerta assustador aos trabalhadores. Alguns fundos de desemprego estão começando a secar. Nos EUA não há um FAT federal, que paga o seguro desemprego nacionalmente. Os fundos são estaduais. O de Michigan e o de Indiana quebraram e estão vivendo de subsídios federais. Trinta outros estão ficando sem recursos, e a tendência é que o desemprego aumente, em vez de diminuir, nos próximos meses. O índice de desemprego nos Estados Unidos, pouco acima de 8%, não parece alto a olhos brasileiros, mas, como sempre, é mal distribuído. Detroit tem 14% e teme pelo destino da indústria automobilística, que já demite por antecipação. A ajuda da Casa Branca só fará efeito temporário. O que o vice-presidente Dick Cheney confessou no Senado é que o governo Bush não quer ficar para a História como Herbert Hoover, cuja biografia ostenta uma lista enorme de empresas quebradas na esteira que levou à depressão.
Enquanto o presidente ainda em exercício, George Bush, desvia-se de sapatadas no Iraque.
Pior do que o final dele é o que ele fez com o mundo.
Uma guerra desnecessária porem caríssima para os cofres públicos, uma política internacional se não for a mais fajuta com certeza está entre as 3 piores DA HISTORIA dos EUA! E uma crise que por enquanto não se sabe se é a maior da historia ou será! Mas a certeza é bem clara que é a segunda em termos de prejuízos , e em valores absolutos ou seja dinheiro pelo ralo é a primeira de lavada
Com um currículo desse ele deveria ter pegado o sapato que mandaram nele e levado para engraxar Pois é único emprego que teria disponibilidade rápida para quando sair da Casa branca.
AGORA se ele vai engraxar bem não sei responder mais que tem muito engraxate que seria melhor que ele na presidência ai podemos afirmar!
Já vai tarde bush!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O crescimento assim como a recessão são um conjunto de Variáveis , no caso da recuperação Barack Obama é a variável chave para sair da crise!!!!!


Em economia, como nas ciências humanas em geral, é preciso olhar o passado para entender melhor o presente. Mas o mais importante vem depois: o que deve acontecer daqui em diante?
Toda essa filosofia para dizer o seguinte: certamente é importante saber quando começou a recessão nos EUA e qual seu tamanho até aqui – assunto que está nas manchetes e que derrubou bolsas pelo mundo afora. Mas o mais importante é tentar saber até onde vai a retração da economia.
Só que isso depende de uma variável muito complicada de avaliar: a ação dos governos, das empresas e das pessoas.
Sim, das pessoas. Por exemplo, o consumidor americano. Cerca de 70% da economia americana é movida pelo consumo as famílias.
Logo, se os consumidores lá tomarem a decisão de poupar – porque suas casas e seus fundos de pensão, baseados em ações, perderam valor – a recessão será mais prolongada.
Mas, se os consumidores pouparem, ainda há outra chance boa de estimular a atividade econômica: investimentos do governo (o “estímulo fiscal”).
E outra: aliviar as dívidas dos consumidores por meio da redução de juros.E a boa notícia é que os governos estão agindo.
Eis alguns exemplos de medidas que estão sendo ou irão ser executadas:
. os consumidores americanos gastaram na “sexta-feira Negra”;
. o Partido Democrata, que terá ampla maioria no Congresso americano, prepara, junto com o time de Barack Obama, um plano de estímulo fiscal com investimentos de US$ 500 bilhões. É muito dinheiro, equivale a quase 5% do PIB.
. Obama prepara plano para gerar 2,5 milhões de novos empregos;
. Diversos países da Europa já estão aplicando seus programas;
. A China, maior dos emergentes, também já está agindo;
. O Banco Central da Europa deve reduzir sua taxa de juros nesta semana; o Fed, o BC dos EUA, fará isso na sua próxima reunião, conforme indicou Ben Bernanke;
. Bernanke disse ainda que o Fed planeja compras agressivas de títulos do Tesouro que estão no mercado, de modo a injetar dinheiro no sistema e provocar queda de juros.
. Obama disse que vai tomar medidas para reduzir o número de famílias que perdem suas casas por falta de pagamento da prestação.
Quando isso tudo estiver funcionando ao mesmo tempo, é evidente que a economia começará a reagir.
Pode não funcionar?
Pode, mas em algum ou outro ponto. Não é possível que todas as políticas e medidas estejam erradas ao mesmo tempo.
Mas temos que admitir: a variável chave é Obama. Se ele iniciar seu governo acertando a mão, é mais de meio caminho andado. Se errar ou vacilar, a recessão será mais longa e dolorosa.
Ponto: até aqui, ele está acertando! Mesmo porque as pessoas só precisam fazer algumas poucas coisas certas na vida desde que não façam muitas erradas.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

É Presidente Lula você até que tentou mas a crise te abraçou!!!!


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala em 4% de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2009 para animar o auditório. Em conversas reservadas, ele sabe que não vai dar. Insiste no otimismo público para tentar injetar ânimo nos agentes econômicos. Cumpre o papel de presidente.
Mas esse excesso de otimismo tem lá os seus efeitos negativos. Gente importante no mercado financeiro está achando que o governo poderá fazer alguma besteira econômica para atingir a meta de 4%. No caso, uma farra fiscal.
Temendo eventual besteira, esses agentes do mercado financeiro são ainda mais conservadores ao planejar o futuro, o que ajuda a derrubar ainda mais a possibilidade de um crescimento maior do PIB.
Registro: Lula não fará uma farra fiscal. Vai manter o superávit primário em 3,8% do PIB, o que já é uma economia brutal em tempos de vacas magras. Mas o que importa não é o que fará. Agora, importa a impressão que ele e sua equipe econômica estão dando. Uma coisa é priorizar, corretamente, o crescimento da economia. Outra é forçar a barra.
Mais uma inconveniência de estipular a meta de 4% para 2009. Ela simplesmente não será atingida. Quando sair o resultado, a leitura será de decepção, de derrota. Uma meta menor talvez propiciasse um efeito político mais positivo, talvez desse a sensação de vitória do país num momento em que o planeta inteiro vive uma crise.
Quando era ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho não caía nas armadilhas dos jornalistas. Instado a estipular uma meta de crescimento do PIB, ele respondia que achava que seria um número bom, que seria positivo. Mas não fixava uma taxa. Justamente para evitar o desgaste de explicar por que não atingiu a meta.
Bom o presidente lula reluta, reluta faz discursos inflados, mas na verdade ele também está ferido pois com certeza ele achou que o peru de natal seria bem maior esse ano!!!!
Como diria o presidente nunca antes nesse Brasil as coisas ficaram tão feias em tão pouco tempo, pois do jeito que está parece que dormimos com a Xuxa e acordamos com o Pelé.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

se juros altos fossem sinal de solidez O brasil seria o país mais solido do século!!!!!!! banco central matem taxa selic em 13,75% A.A

Primeiramente falando não concordo com a manutenção na taxa de juro que foi mantida pelo Banco central Brasileiro em 13,75% ao ano.
Dessa vez o conservadorismo foi demais principalmente uma economia que foi mais atingida pelo medo da crise do que pela própria.

A diferença entre as taxas mundiais em pratica mostram enorme diferença em relação a Brasileira ou seja se vier uma inflação, por mais que o juro aqui esteja alto, se lá fora está com juro muito baixo e o consumo volte a aquecer, importaremos inflação de qualquer jeito !
Mas o mais gritante e que o mundo vive um risco de deflação
Então uma baixa de 0,25 % nos juros seria bem prudente e com certeza continuaríamos com o troféu conservadorismo
Algumas vezes responsabilidade com execesso pode se torna uma irresponsabilidade.
Vou citar mais nove motivos a baixo porque os juros deviam cair:




1. A atividade econômica está em queda no mundo todo. Caminha para a recessão em países desenvolvidos e para forte desaceleração nos emergentes;
2. A confiança de consumidores e empresários está em queda;
3. Tudo isso acentua a queda de preços, já visível e forte em commodities, alimentos e petróleo;
4. Todo o ambiente impede altas de preços em bens de consumo duráveis, como automóveis. Como aumentar o preço quando o crédito é escasso e a confiança, baixa?
5. Isso tudo acontece também no Brasil. Os sinais de desaceleração são recentes, mas são fortes;
6. Todos esses fatores de baixa podem anular os efeitos da desvalorização do real. Por exemplo: os bens importados ficam mais caros pela taxa de câmbio, mas o preço em dólar caiu lá fora.
7. Há um clima internacional para a derrubada de juros, considerada política necessária mesmo em países que ainda têm inflação relativamente elevada.
8. Entre os países que cortaram juros de outubro para cá, muitos estão com inflação ainda acima da meta (em geral, nos países desenvolvidos se entende que a inflação deve ficar abaixo de 2%. Nos emergentes, não deve ultrapassar 4%).
Veja a taxa de inflação em diferentes países (em %):
Desenvolvidos (ou quase):
EUA: 3,7Inglaterra: 4,5Suécia: 4,0Noruega: 5,5Australia: 5,0Coréia: 4,5
Emergentes:
República Tcheca: 6,0Hungria: 5,1Israel: 5,5Turquia: 12,0China: 4,0Indonésia: 11,7India: 10,4Malásia: 7,6
9. Há um entendimento geral de que o risco de inflação cai diante do risco de recessão/desaceleração. Ou seja, o Copom brasileiro está diante de uma bela oportunidade de cortar juros sem que isso pareça ser frouxo com a inflação ou fraco diante de pressões políticas.


Para finalizar tenha como exemplo a china um país com a maior taxa de crescimento no mundo , a china crescia taxas na casa de 2 digitos e possivelmente irá crescer entre 6 a 8 % o que é o sonho de qualquer país mesmo assim está flexebilizando sua economia para que possa no minimo segurar sua economia em fogo brando !!!!
ja o BRASIL que cresceu quase 6 e agora corre o risco de crescer 2% esta com extintor de incendio na mão o unico problema e que tem um iceberg a frente não um incendio !!!!!!!!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Praticamente todos os dias assistimos uma luta do dolar com o real... o problema é que muitos estão ficando nessa batalha!!!!

desvalorização do real foi a maior entre os países emergentes. O dólar no Brasil tem subido muito, mas nos últimos anos foi o país onde a moeda mais caiu. Esta alta dos últimos dias tem a ver com a saída de dólares do país. Sai dólar, porque empresas que tiveram lucros aqui estão remetendo para seus países de origem. Em geral, lá as empresas estão em dificuldades. Está saindo também, porque tem investidores em bolsa que estão liquidando negócios aqui e mandando o dinheiro.
O dólar não volta mais aos patamares antigos, mas deve cair e se estabilizar em um patamar mais baixo que o atual, mais alto do que era antes da crise. Dezembro vai continuar pressionado, porque é um mês em que, tradicionalmente, entra menos dólar e saí bastante.
Empresas brasileiras, que fizeram apostas no dólar baixo, também estão comprado a moeda para encerrar as operações de apostas. É bom lembrar outro detalhe: o dólar está subindo no mundo inteiro, depois de quatro anos de queda.
A preocupação com o dólar é grande, mas tem também a taxa de juros. Eu acho que a taxa de juros, em primeiro lugar, não sobe mais. Ela estava subindo, deu uma parada. Todo mundo achou que era uma parada técnica, mas não era. É parada. Vai parar de subir e começa a cair.
Eu acho que vai começar a cair no começo do ano que vem. Por quê? Porque essa queda de demanda e problemas de emprego vão reduzir os preços. A inflação vai diminuir um pouco. Então, a taxa de juros deve começar a cair.
A queda do real e o aumento do dólar vão ter impacto na inflação, mas ao mesmo tempo isso vai ser reduzido pela queda do preço das commodities e a queda da demanda do consumo no Brasil.
É Presidente Lula a crise que você disse que seria uma marolinha para o Brasil tá mais para um tsunami!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

com essa crise Global Cedo ou tarde a casa iria cair No Brasil !


A crise chegou de repente no Brasil. Em outubro. Por isso, os números estão desencontrados. Essa queda de 1,7% na produção industrial de outubro foi maior que as previsões feitas pelas consultorias econômicas.
Algumas começaram a revisar agora a previsão para o PIB do quarto trimestre. Acham que será de queda. Mas o que está acontecendo em outubro, novembro e dezembro, ou seja, o PIB do quarto trimestre só estará nos números no ano que vem.
Antes disso virá um número ótimo: o do PIB do terceiro trimestre, o que aconteceu na economia em julho, agosto e setembro. O número sai na próxima terça-feira e será altamente positivo. Vai mostrar o retrato de um país crescendo ao ritmo de quase 6%. Mas isso infelizmente é notícia velha.
A realidade deste final de ano é de férias coletivas, queda forte na produção e venda de carros, de eletrônicos, de máquinas e equipamentos. Setores como mineração, siderurgia estão com uma produção bem menor e encomendas em queda. Mas setores que produzem bens de menor valor podem continuar tendo números positivos. Como o freio foi brusco, neste fim de ano, as empresas ainda estão confusas sobre o futuro.
Enquanto isso no olho do furacão...
A indústria automobilística americana só se salva se fizer um forte ajuste. Os salários dos funcionários das três maiores montadoras americanas são três vezes mais altos do que o salário médio do trabalhador da indústria americana e o dobro do que pagam as montadoras japonesas nos Estados Unidos.
A General Motors gasta US$ 5 bilhões por ano só com o plano de saúde dos funcionários. A GM tem três aposentados para cada trabalhador na ativa, e por isso o custo da aposentadoria da empresa é astronômico e crescente. Tudo isso é muito difícil de ajustar.
Barack Obama, no encontro de ontem com os governadores de todos os estados, ouviu relatos de situação fiscal de emergência, como o da rica Califórnia. Ele convocou todos a irem a seu gabinete quando ele estiver na presidência e prometeu não tratar de forma diferente democratas e republicanos.
Disse que há tempo de campanha e tempo de governar, e a campanha já acabou. Quando chegar a hora de governar talvez Obama tenha saudade dos velhos tempos em que tinha apenas que dizer: “sim, nós podemos!”

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Ah!!!! essa Vale já valeu muito mais...


Foram dentro do Brasil 66% das demissões na Vale. As férias coletivas indicam o risco de mais demissões. O problema da Vale é que as encomendas foram suspensas de repente. O maior comprador individual de minério da empresa é a Arcelor Mittal, que cortou produção no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde até fechou alto forno em siderúrgica.
O país que mais compra da Vale é a China, que está com bastante estoque de minério, com queda de produção, e tem comprado produto mais barato, e de menor qualidade, da Austrália.
A China está querendo antecipar a negociação de preço que acontece em março. Quer desconto, já que o produto subiu muito nos últimos anos. Passada essa fase, a China terá que retomar as encomendas. A situação melhora.
A Vale está numa situação de caixa invejável. Vendeu ações aqui dentro e no exterior um pouco antes do agravamento da crise. Está enfrentando este momento de dificuldade com US$ 15 bilhões em caixa.
Mas na outra a ponta as ações da mineradora vem sofrendo desde novembro de 2007 de lá pra cá a empresa deu muita mancada! Lá na época do reajuste a vale descolou de seus pares na mineração e fechou um reajuste de 65% , mas isso é muito bom não é?
É excelente só não é tão bom quando 2 meses depois as outras mineradoras conseguiram 95% de reajuste ! outro ponto, a novela da compra da mineradora xtrata que fazia os papeis da vale sofrer em tempos de alta, e ficou meses naquela nem comprou e nem desistiu .
Mas a mancada de mestre foi depois disso tudo fazer pressão sobre a china sua maior cliente para reajustar o mineiro em 12 % completamente fora de época e também dos padrões de negociação, e o pior em uma crise gigantesca !
Alguém tem que falar para vale que em época de demanda fraca nós temos que cativar o cliente e não ficar extorquindo o cliente , a oferta está grande e a demanda esta fraca é sinal que não se pode maltrata um cliente do tamanho da china é abaixar a cabeça e dizer que o cliente tem razão dona vale do rio docê !!!!!
Tirando isso a situação do emprego é perigosa. O Brasil estava criando muito emprego nos últimos anos. Neste fim de ano haverá a criação de empregos temporários e a taxa de desemprego continuará caindo.
Em relação a Brasil o desemprego é um sinal preocupante pois quanto mais gente desempregada é igual a menos dinheiro circulando na economia
A queda do crescimento de 5% este ano para menos de 3% ano que vem, vai significar a não criação de um milhão de novos empregos.
Mas vale lembrar que o Brasil tem chances de o crescimento ser menor por volta da casa de 1% o que nos levaria para muito perto de uma RECESSÃO

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Bem vindo ao G20. mas até onde ele pode ser eficiente


Bretton Woods levou dois anos de reuniões técnicas preparatórias, três semanas de reuniões e, ao fim, o mundo capitalista decidiu criar uma ordem monetária e cambial que não faria sentido ter agora: câmbio fixo em relação ao dólar e controle cambial. Agora, é uma reunião de emergência para evitar um agravamento da recessão que já tomou a Europa, o Japão e os EUA.
A produção industrial dos EUA de outubro saiu melhor do que o previsto, porque foi retomada a produção na área de mineração, que havia sido suspensa em setembro, na temporada de furacões. Mas há inúmeros dados nos últimos tempos não deixando dúvidas de que a economia americana está parando.
Não se trata, agora, de uma reorganização financeira internacional após uma guerra – o nome "Segunda Bretton Woods" é impróprio –, mas sim o de ações emergenciais para evitar o agravamento da primeira crise verdadeiramente global e, numa segunda etapa, um redesenho da estrutura de poder mundial, para consolidar mudanças que já ocorreram.
Há uma percepção de que a reunião do G-20 fracassou porque não tomou decisões e, sim, fez uma lista de intenções. Alguém realmente achava que se poderia tomar decisão para ação imediata faltando pouco mais de 60 dias para a troca de comando na maior economia do mundo e epicentro da crise? Por ocorrer somente no mês passado, a reunião teria mesmo que ter um limite nas suas pretensões.
Outro ponto de dificuldade será alinhar pensamentos e soluções de 20 países cuja a política em alguns casos é diferente assim como constituição como tambem os objetivos e por ai vai .
Bom tenha como exemplo a rodada de Doha que demora anos para ser concluída alias a rodada de Doha é a mesma rodada do Uruguai que também não teve sucesso. a rodada pode ter mudado de nome mas as divergências continuaram intactas!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O Brasil largou tarde na pista e quer continuar acelerando quando a corrida acabou.


O Brasil largou tarde na pista e quer continuar acelerando quando a corrida acabou. No último boom, o Brasil cresceu menos que o mundo. Acelerou na última volta e quer manter o ritmo com manobras radicais. Uma delas: como a Nossa Caixa vai ser comprada pelo BB, o banco federal ficará com R$ 8 bilhões de risco das montadoras. Tudo para manter um ritmo de vendas que é insustentável.
O mundo está parando, não é sensato o Brasil achar que manterá um ritmo de vendas e de expansão de crédito que tinha antes. A venda de carros crescia a 25% ao ano; dobraram de 2004 para cá. O ritmo do crescimento de crédito pessoal estava acima de 30%. O governo acha que pode manter isso com liberação de recursos de bancos públicos. O Brasil vai desacelerar por vários motivos: porque o crédito ficou mais escasso no mundo inteiro; porque os Estados Unidos são o país de origem do maior volume de investimento no país e suas empresas estão entrando em crise; porque 40% das nossas exportações vão para os EUA e para a Europa, que estão entrando em recessão.
Que as autoridades tentem neutralizar parte do efeito da crise, é natural. Acreditar na ficção de que com liberalidade com o caixa de bancos públicos se manterá o país no mesmo ritmo de antes, é perigoso. Se, por acaso, o consumo fosse mantido no mesmo ritmo, o Brasil abriria um grande rombo nas contas externas, porque as importações continuariam crescendo, mas as exportações cairiam em volume e preços. O saldo comercial já caiu 40%. Outro efeito: se as empresas reduzirem suas margens para desovar estoques, isso ajudará a derrubar a inflação. Se o governo socorre os setores, para que eles mantenham o ritmo de crescimento, as empresas passarão o aumento do custo do dólar para o consumidor. O que vai produzir mais inflação.
Portanto é muito mais importante o Brasil se manter na pista neste vendaval financeiro justamente para ter um bom carro quando o crescimento mundial voltar.
pois querer manter uma coisa insustentavel e como bater de cara no muro.
o ruim de ter uma colisão com o muro seria justamente que aconteceu no ciclo de crescimento anterior , ficamos parados consertando o motor e no final da festa chegamos a todo vapor mas só com o Brasil na pista ninguem quer pagar o ingresso, ou seja ninguem compra nada, ninguem produz nada, ninguem importa nada, ninguem exporta nada, a unica coisa que fazem é poupar para assistir a proxima temporada !!!!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

previsões deixa o dolar assustado! A fuga da moeda americana continua em ritimo frenetico ...


Embora a atual crise tenha se originado nos EUA e migrado posteriormente aos países da Europa Ocidental e Asia , a Rússia vem se mostrando como um dos mercados mais afetados. Recentemente, o banco central do país revisou suas estimativas para o fluxo de capitais em 2008, que passaram de uma entrada líquida de recursos de US$ 40 bilhões para uma fuga de US$ 20 bilhões.Além da escassez de liquidez no sistema financeiro, a Rússia sofre especialmente com a recente inversão da trajetória dos preços das commodities, já que a economia do país é fortemente sustentada na exportação de produtos como petróleo e gás natural
Grande preocupação com os programas de resgate às instituições financeiras conduzidos pelo governo russo, que somam, por ora, um montante gasto de mais de US$ 200 bilhões, aproximadamente 15% de seu PIB (Produto Interno Bruto.
Falando nisso:
Estive lendo outro dia que o chefe do banco central Russo dizendo que o pior da crise será em meados de março 09.
Bem preciso o russo!!!!!
Mas e justamente ai que eu pergunto de onde esse sujeito tirou isso? Porque em março ou melhor mais precisamente por volta de 15 de março?(rs)
Sinceramente não sei quem é mais ridículo se é o veiculo de imprensa que deu espaço para uma declaração sem fundamento nenhum, Ou um cara que ocupa um lugar de inteira responsabilidade falar uma bobagem dessas. está cada dia mais claro que nenhum humano sabe precisamente qual será o desdobramento da crise ou até mesmo aonde ela irá parar.
Mas escutar Um País que também já fez uma previsão de que iria dominar o mundo é complicado.
Vou citar dois exemplos porque eu acho que falta critério para a Rússia opinar de forma global nessa crise:
Primeiro:
Um País comunista fazer previsões capitalistas?
Segundo:
Até hoje não se sabe se o governo faz parte da máfia ou a própria máfia é o governo.
Mas a mídia do jeito que está daqui a pouco vai pedir Uma analise de Osama Bin Laden sobre o que ele acha da crise, e nem vou precisar ler para saber que as previsões serão catastróficas.

Detesto jornalismo preguiçoso que manda qualquer coisa e muitas vezes até de forma leviana.
Agora me assusta a falta de responsabilidade de alguns meios de comunicação que já são bem grandinhos para ficar escrevendo tantas bobagens, tanto no pânico como na euforia sem freio algum.
Jornalismo econômico é uma coisa extremamente seria para ficar agindo como se fosse um tablóide de fofoca.
A minha opinião sobre a crise você me pergunta? sim ela é muito seria , mais 50% dessa crise é psicológica ou seja, é uma crise de confiança!
o crash de 1929 o dinheiro simplismente sumiu :
nessa sabemos muito bem que o dinheiro esta vivo e continua inflado porem escondido
agora as pessoas tem que entender que o capital financeiro é covarde e sempre que ele se sente ameaçado ele foge !