terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Com globalização os Paises junto com suas economias ficaram mais interligados com isso dinâmicos ! Mas quando um deles vai mal...


“Está havendo uma revisão para baixo da perspectiva das principais economias do mundo. Bem para baixo. Os Estados Unidos podem ter uma queda de 2% a 3% do PIB, a Europa de 2%, o Japão de 4%. A China está desacelerando fortemente, a previsão de crescimento hoje está mais para 5% a 6% do que para 7% a 8%. Nós estamos bem comparativamente, mas há um consenso de que cair de 5,5% para 2% não é agradável.”

Por isso, do ponto de vista da resposta, nas áreas fiscal e monetária, o governo deveria aumentar menos o gasto para que os juros caiam mais rapidamente. “A impressão que eu tenho é que a Fazenda acha o Banco Central conservador, e por isso aumenta mais os gastos, e que o BC acha a expansão do gasto excessiva e, por isso, corta menos os juros. O melhor seria ser menos agressivo na parte fiscal, para ser mais flexível na monetária.”

A crise externa não terminará tão cedo e há vários riscos à espreita. O déficit americano crescente é um deles, na minha visão.
O déficit é alto hoje, sem contar os prejuízos, e pode ficar mais alto no médio prazo, pelos gastos que o governo terá que fazer.
Hoje, o déficit público americano está indo para 10% do PIB, mas há promessas de campanha do presidente Barack Obama de ampliar a assistência pública à saúde. “Há, no prazo de anos, o risco de uma deterioração fiscal americana em mais cinco pontos porcentuais do PIB”, Isso pode levar a uma onda de queda do valor do dólar, que subiu muito na primeira fase da crise atual. eu errei minha previsão do dólar desvalorizar em 2008 . Ele se valorizou. “Talvez seja o caso de dizer que o dólar não se desvalorizou ainda”,

As incertezas fiscais americanas, a expansão da crise para outros países além dos EUA, a oscilação gigantesca de valor dos ativos que ainda não acabou, tudo mostra uma crise ainda em expansão. O pacote do presidente Obama não esclareceu, ainda, que ações vai adotar, além das duas ferramentas mais convencionais, de política fiscal e de expansão do gasto, e financeira, a capitalização do sistema bancário. Ele ainda está muito descapitalizado, No balanço da área externa feito pelo Banco Central, há vários pontos de preocupação. Um deles é que as empresas não estão conseguindo rolar suas dívidas de curto prazo. O ajuste forçado está provocando uma queda forte do endividamento de curto prazo, mas o custo dessa parada brusca tem sacudido as empresas.
A taxa de rolagem da dívida de curto prazo era de 126% em outubro. Isso quer dizer que havia mais empréstimos do que o necessário para pagar as amortizações. Em dezembro, foi de 47%, o que significa que as empresas estavam tendo que pagar mais do que as amortizações devidas. A queda foi tão brusca que, mesmo chegando a dezembro com esta taxa, a média do ano foi de 109%
As turbulências são fortes ainda, mas nos mercados ja há sinais da poeira abaixando ou seja pode ser que os indicadores ja comecem a mostrar sinais de melhora a partir do segundo semestre mas quando digo sinais não quer dizer que dados viram POSITIVOS mas creio que serão digamos menos piores
mas qualquer surpresa desagradavel pode desmanchar mais um castelo de areia !

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