
(Banqueiros) alguns deles podem até ser sujos... mas desde Os tempos do império onde o conhecido barão de Mauá um dos maiores banqueiros da historia que causou ira até mesmo no próprio império ! Hoje OS BANCOS despertam raiva da maioria da população e de agentes econômicos justamente pela fama que os banqueiros tem de independente do jogo ou jogador em qualquer circunstâncias eles sempre vencem o jogo na pior das hipóteses eles no mínimo Saem numa boa despertam nos demais agentes econômicos um sentimento de repulsa. Assim, quando os bancos obtêm lucros elevados, geralmente causam uma onda de indignação. Mas, sejam eles amados ou não, a economia mundial só se livrará da atual crise financeira quando a maioria dos bancos e empresas do setor voltar a ser bem lucrativa.
E a razão principal é que as operações financeiras estão, de alguma forma, atreladas ao patrimônio líquido dos bancos. Se a maior das instituições tem lucro, o patrimônio líquido aumenta e as operações financeiras podem expandir-se de maneira saudável. Mas, se o sistema bancário fica no vermelho – como está acontecendo lá fora –, o patrimônio líquido se reduz, e as operações financeiras se retraem.
Esse ajuste pode ser desastroso e recessivo para o conjunto da economia. Dependendo do tamanho da perda, os acionistas podem reforçar o capital do banco para evitar que o patrimônio líquido se reduza. Porém, quando a crise é de todo o sistema, o ajuste tende a ser dramático porque, ao comprimirem suas operações financeiras no curtíssimo prazo, as instituições acabam se desfazendo de créditos e negócios preciosos que, no futuro, as ajudariam a recuperar lucros. O que sobra em carteira são as operações das quais os bancos não conseguem livrar-se, e elas tornam-se nova fonte de prejuízo, realimentando o ciclo negativo.
Por isso, é que os governos têm procurado socorrer os bancos, seja com reforço de capital ou tentando separar o joio do trigo, ou seja, absorvendo temporariamente as carteiras de títulos e operações ruins. O socorro se tornou necessário porque ninguém quer comprar ações dos bancos em crise enquanto os preços em bolsas estiverem em queda livre. Então, a alternativa de capitalizar tais instituições financeiras praticamente desapareceu.
Socorro governamental é paternalismo? Privilégio condenável para os bancos? Não, pois infelizmente sem esse tipo de auxílio a eles a economia toda naufraga, arrastando junto quem não teria nada a ver com isso.
Nessa crise, o Brasil se diferencia do que ocorre no exterior exatamente porque aqui os bancos (ao menos os grandes) continuaram lucrativos, e, por consequência, seus patrimônios líquidos aumentam, e os deixam em condições de multiplicar as operações financeiras.
Por incrível que pareça, temos todos agora de torcer para que os bancos continuem com lucros polpudos em seus balanços. E que lá fora os bancos consigam recuperar-se o mais rapidamente possível.
Essa é mais uma maldição dos banqueiros em represália ao sentimento de desprezo dos demais agentes econômicos: dependemos sempre da prosperidade deles, em qualquer circunstância.
Nem por isso, o país deve deixar de se indignar com o nível absurdo das taxas de juros que insiste em se perpetuar na economia brasileira.
E a razão principal é que as operações financeiras estão, de alguma forma, atreladas ao patrimônio líquido dos bancos. Se a maior das instituições tem lucro, o patrimônio líquido aumenta e as operações financeiras podem expandir-se de maneira saudável. Mas, se o sistema bancário fica no vermelho – como está acontecendo lá fora –, o patrimônio líquido se reduz, e as operações financeiras se retraem.
Esse ajuste pode ser desastroso e recessivo para o conjunto da economia. Dependendo do tamanho da perda, os acionistas podem reforçar o capital do banco para evitar que o patrimônio líquido se reduza. Porém, quando a crise é de todo o sistema, o ajuste tende a ser dramático porque, ao comprimirem suas operações financeiras no curtíssimo prazo, as instituições acabam se desfazendo de créditos e negócios preciosos que, no futuro, as ajudariam a recuperar lucros. O que sobra em carteira são as operações das quais os bancos não conseguem livrar-se, e elas tornam-se nova fonte de prejuízo, realimentando o ciclo negativo.
Por isso, é que os governos têm procurado socorrer os bancos, seja com reforço de capital ou tentando separar o joio do trigo, ou seja, absorvendo temporariamente as carteiras de títulos e operações ruins. O socorro se tornou necessário porque ninguém quer comprar ações dos bancos em crise enquanto os preços em bolsas estiverem em queda livre. Então, a alternativa de capitalizar tais instituições financeiras praticamente desapareceu.
Socorro governamental é paternalismo? Privilégio condenável para os bancos? Não, pois infelizmente sem esse tipo de auxílio a eles a economia toda naufraga, arrastando junto quem não teria nada a ver com isso.
Nessa crise, o Brasil se diferencia do que ocorre no exterior exatamente porque aqui os bancos (ao menos os grandes) continuaram lucrativos, e, por consequência, seus patrimônios líquidos aumentam, e os deixam em condições de multiplicar as operações financeiras.
Por incrível que pareça, temos todos agora de torcer para que os bancos continuem com lucros polpudos em seus balanços. E que lá fora os bancos consigam recuperar-se o mais rapidamente possível.
Essa é mais uma maldição dos banqueiros em represália ao sentimento de desprezo dos demais agentes econômicos: dependemos sempre da prosperidade deles, em qualquer circunstância.
Nem por isso, o país deve deixar de se indignar com o nível absurdo das taxas de juros que insiste em se perpetuar na economia brasileira.
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